domingo, 12 de julho de 2026

Palpites 2

 

50%. Esse foi o meu índice de acerto nas previsões anteriores. A Noruega (o Haaland jogou?) perdeu para a Inglaterra e a Suíça nadou, nadou e morreu na praia. A sorte argentina continuou mais uma vez. Em compensação, marquei ponto com a classificação de Messi e agregados e da França. Juntamente com a Inglaterra e a Espanha formam o quarteto das melhores seleções da Copa do Mundo de Futebol 2026.

 

Vamos ter, então, Argentina x Inglaterra e França x Espanha, ou seja, as quatro melhores colocadas no ranking da Fifa, bem como está afastada a possibilidade de um campeão inédito. Imaginava que isso fosse possível após a eliminação um tanto precoce do Brasil. Argentina e França podem ser tri; Inglaterra e Espanha, bi.

 

Volto a insistir que a Argentina fará a disputa do terceiro lugar com a França (segundo a teoria da conspiração difundida atualmente, o chaveamento da competição foi “preparado” para uma final entre essas duas seleções). A conferir. Sendo assim, a disputa do título no domingo, 19 de julho, será entre Espanha e Inglaterra, caso minha bola de cristal não esteja embaçada. O chutômetro indica vitória dos súditos de Sua Majestade Charles III.

 

 Se eu acertar pelo menos metade disso aí, vou pedir emprego em alguma dessas emissoras emergentes para comentar desde torneio de palitinho até a temporada do campeonato de várzea de Capão do Mato Dentro. Quem sabe eu consiga descobrir algum craque promissor para salvar a Pátria em 2030.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Palpites

 

Eis que chegamos ao terço final da Copa do Mundo de Futebol 2026. Mais três jogos e saberemos qual é a seleção campeã. As oito melhores colocadas até agora são: Noruega, Argentina, França, Suíça, Marrocos, Inglaterra, Bélgica e Espanha. Predomínio total da Europa, com seis equipes classificadas, mais uma da América do Sul e outra da África.

 

Tem um supercomputador fazendo previsões, já tendo acertado 14 dos 16 classificados às oitavas de final e 5 dos 8 que passaram às quartas (errou a previsão em relação ao Brasil, pois informou que ganharíamos da Noruega). Agora, a máquina afirma que a França será campeã numa eventual decisão contra a Argentina. Terceiro lugar para a Espanha.

 

Bom, eu não tenho tantos algoritmos ou terabytes disponíveis na minha memória, mas como estou com tempo disponível (conforme diz um amigo: “Para aposentado, todo dia é domingo”) me arrisco também a adentrar no campo da vidência e dar uns pitacos nesta quarta-feira em que a competição faz uma pausa.

 

Para mim, a sorte da Argentina já acabou. Depois de quase ser desclassificada duas vezes – uma contra Cabo Verde e outra contra o Egito – não é possível que os hermanos consigam chegar muito mais à frente. No máximo um quarto lugar. A França passa por Marrocos, mas vai ser surpreendida pela Noruega, que deve despachar a Inglaterra. Terceiro lugar para a turma de Kylian Mbappé.

 

Do outro lado do chaveamento, a Bélgica está com tudo e não está prosa. Fará a finalíssima contra a Noruega e conquistará o primeiro campeonato mundial de sua história. E aí, voltaremos as nossas atenções para o Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores. Se quiserem, ainda tem Premier League, Liga dos Campeões da UEFA, La Liga, Ligue 1, Campeonato Italiano, Série B, Série C, Série D.......

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Não deu.....

 

Brasil 1 x 2 Noruega.

 

Bem, Amigos (como diria Galvão Bueno), quem teve a paciência de ler as crônicas anteriores em que comentei os jogos da seleção brasileira nessa Copa do Mundo percebeu claramente que manifestei um otimismo comedido, querendo estar errado, mas desconfiado que poderia estar certo. E estava.

 

A partida desse domingo superou todas as expectativas. Negativamente. A apatia demonstrada em campo por Vini Jr. e companhia, contrastou com a frieza nórdica, ao ponto de o nada simpático, mas eficientíssimo Haaland nem comemorar efusivamente os dois gols que marcou. Parecia que ele sabia que aquele momento era inevitável. Estatísticas mostram que a seleção norueguesa teve 66% de posse de bola, contra apenas 34% do Brasil, a menor porcentagem desde a Copa do Mundo de 1966. Além disso, a equipe europeia trocou o dobro de passes em relação aos brasileiros: 680 a 329. Só muita sorte para ganhar. E continua a série invicta do único país ainda não derrotado pelo Brasil: 5 partidas, três vitória da Noruega e dois empates.

 

Melancólico final de carreira para Neymar Jr., e não quero nem falar que depois que ele pisou o gramado a seleção piorou ainda mais. Carlo Ancelotti continua até 2030. Quem sabe se em quatro anos (passando pelas eliminatórias, obviamente), o afamado técnico italiano consiga preparar um time vencedor, com Endrick, Rodrigo e Estevão pedindo passagem aos medalhões que decepcionaram mais uma vez. Vida que segue.

 

Agora, estou torcendo para algum campeão inédito. Sei que França e Argentina não estão dispostas a abrir mão da grande final do dia 19 de julho, mas pode ser que Marrocos, Colômbia, Portugal, Noruega e até mesmo os Estados Unidos resolvam penetrar nessa festa. Um sopro de renovação benéfico.