2 a 1 no Japão.
Parecia que a vaca iria para o brejo, mas os deuses do futebol não quiseram que Vini Jr. e companhia voltassem para casa mais cedo. Jogo ruim no primeiro tempo e mais raça e coração no segundo do que técnica ou um conjunto refinado de uma equipe que já se conhece. Entretanto, feio seria perder logo na primeira partida da fase eliminatória.
Domingo que vem tem mais. Talvez a Noruega ou talvez a Costa do Marfim (escrevo esse texto antes do confronto, previsto para ser realizado amanhã, 30 de junho). De agora em diante não tem mais moleza, mas a seleção nacional (“a Pátria de chuteiras”, diria Nélson Rodrigues) vai ter que jogar muita bola para alcançar as etapas seguintes da competição.
Continuo achando que o título é pouco provável. Um terceiro lugar me parece que cabe. Porém, estou doidinho para queimar a língua. Comecei a Copa frio. Agora, estou torcendo quase igual ao meu vizinho e sua estridente vuvuzela. Haja coração!