Março,
o terceiro dos doze meses do nosso calendário gregoriano, e um dos seis com 31
dias, é um marco divisor, uma passagem entre o final do verão e o início do
outono no hemisfério sul, com suas temperaturas mais amenas, ao menos em tese.
Astrologicamente falando é considerado um período de vibrações positivas relacionadas
à prosperidade. É representado pelo planeta Marte.
Na
minha vida pessoal, março está marcado por dois momentos de dor e saudade e
também um momento de grande alegria. A tristeza advém do falecimento do meu pai,
Renato José Costa Pacheco, aos 75 anos, no dia 18 de março de 2004, assim como
da morte da minha mãe, Clotilde “Tildinha” Bomfim Pacheco, com quase 97 anos de
idade, no dia 25, em 2023.
Porém,
foi também em março, no dia 20, do ano de 1983, que nasceu a minha filha do
meio, Taís, atualmente de sobrenome Diniz, casada e com dois filhos – Kiara e
Aron.
Deus,
em sua infinita sabedoria, é quem determina se vai chover ou fazer sol, assim
como a data de morrer e a data de nascer. A nós, pobres mortais, só resta buscar
conformação, no que for preciso se conformar, e nos alegrarmos, naquilo que for
motivo de alegria. E vida que segue.
Mais
uns dias já estaremos em abril, e 2025 caminha célere para a sua metade. Dizem que
o tempo está acelerado, que os anos estão passando mais rápidos. Não sei se é
verdade, mas que parece, parece mesmo. Esses dias eu tinha 18 e agora já estou
beirando os 68 anos, com as graças divinas. Mas vivendo e achando bom.
Conforme
diria Tom Jobim, “são as águas de março fechando o verão, é a promessa de vida
no teu coração” (Águas de março).